Sobre

 Eu sou Ângela Aguiar, fundadora do Nova Mente Digital. Vou falar um pouco sobre mim para que você entenda o que é o Nova Mente Digital.

Eu comecei a trabalhar desde cedo, me acostumei a ter minha renda, ajudar nas despesas de casa e poder comprar minhas coisas sem ter que pedir a minha mãe. Cresci vendo a luta dela trabalhando como costureira para criar uma filha sozinha. Não foi nada fácil, mas ela conseguiu me proporcionar uma infância segura e tranquila além de uma boa escola particular, o que consumia a maior parte do que ela ganhava.

Cresci alimentando o desejo de trabalhar para aumentar a nossa renda e conseguir melhorar a nossa vida.  Logo consegui meu primeiro emprego, graças a Deus fui efetivada e as coisas começaram a melhorar lá em casa.

O tempo passou e eu sempre trabalhando no mercado tradicional. Casei, nosso filho nasceu e eu seguia meu caminho grata por ter um bom emprego. Mas eu não vivia exatamente um mar de rosas, alguma coisa me inquietava naquela minha vidinha feliz de funcionária. Não sei se eram os patrões, chefes e supervisores, se eram as batidas de ponto, as 4 horas em média perdidas no transito para ir e voltar do trabalho, se era ter que deixar meu filho apenas com 3 meses de idade para voltar ao trabalho, ou se era ter que, mesmo segurando o choro, deixar ele em casa com febre e ir trabalhar. Eu me sentia sem o controle da minha própria vida. Meus horários, meus ganhos, meu tempo de maneira geral não estavam no meu domínio.

Nessa época eu até ensaiei ter um negócio, queria montar um ateliê, fazer acessórios, bolsas e outras artes em tecido para vender em uma linda lojinha online toda cor de rosa. Comprei máquina de costura, acessórios, insumos… Só que não! Nunca tive coragem de começar, trocar o certo (mesmo já insuportável) pelo duvidoso, algo novo e que não me garantia um bom salário no fim do mês. E agora com um filho, não dava para arriscar não.

Mas eu acabei largando o trabalho para cuidar do meu marido que descobriu um câncer, aí já não tinha nem mais o que pensar. Passado um ano, todo o processo da doença foi superado, cirurgias, UTI, quimioterapia, radioterapia, sequelas e tudo mais que tivemos que enfrentar, meu marido estava curado, recuperado e pronto para voltar ao trabalho. Mas nesse tempo, muita coisa mudou. Nosso filho estava crescendo e eu vi que não era mais tão simples todas as manhãs me despedir e seguir para mais um dia inteiro longe dele, das suas descobertas e do seu desenvolvimento. Optei então por ficar em casa para cuidar do seu crescimento. E assim eu finalizei de vez a minha vida de empregada.

Meu filho foi crescendo e cuidar dele me fazia a mãe mais feliz do mundo, mas eu sentia muita falta de trabalhar. Como cresci entre máquinas de costura, montar uma confecção foi uma escolha natural. E assim eu fiz, com o apoio do meu marido e da minha mãe. Só que não demorou muito e eu me vi microempresária, patroa e escrava do meu próprio sonho de empreendedora. Novamente eu estava sem tempo para cuidar do meu filho (e para qualquer outra coisa). Foi aí que a ficha caiu, na maioria dos pequenos negócios, o dono é quem mais trabalha e às vezes fica sem seu próprio salário para pagar seus funcionários. Minha pequena confecção quebrou, mas meu sonho de ter meu próprio negócio permanecia firme.

O que fazer então? Eu precisava acompanhar de perto o desenvolvimento do meu filho, mas também queria ter uma atividade profissional, não estava mais disposta a encarar horas de trânsito caótico nem a insegurança das ruas. Então a única solução possível era trabalhar em algo que eu pudesse fazer em casa, mas que me permitisse total gerenciamento do tempo, já havia aprendido que um negócio físico não me permitiria isso de modo algum. Outro ponto que eu não abria mão era não precisar contratar funcionários. Além de tudo isso, eu queria um trabalho que me pagasse mais que dinheiro, queria realização, poder pensar, estruturar meu negócio de acordo com a minha personalidade, e o mais importante de tudo: eu precisava fazer algo que ajudasse as pessoas, queria entregar mais que simplesmente um produto qualquer. Eu só não conseguia imaginar um trabalho que atendesse todos os meus desejos.

Meu marido é muito empreendedor, está sempre estudando e pesquisando coisas novas. E foi através dele que o marketing digital chegou na minha vida. Aos poucos fui identificando nele as possibilidades de desenvolver um trabalho que atendesse a todas minhas necessidades. Então estava resolvido. Eu realizaria meu sonho de ter meu negócio próprio com o Marketing Digital!

Me apaixonei pelo mercado de afiliados, fiz um curso maravilhoso que me ensinou tudo o que eu precisava para estruturar meu negócio completamente do zero. Enquanto estudava para escolher um nicho para atuar, vi que assim como eu, há muitas pessoas com esse mesmo dilema. E como um dos meus maiores desejos era usar meu trabalho para ajudar pessoas, eu consegui encontrar o meu negócio perfeito!

Usar o marketing digital e o meu trabalho como afiliada para ajudar outras pessoas a transformarem as próprias vidas assim como eu estava transformando a minha.

Assim nasceu o Nova Mente Digital, para realizar meu sonho de ter meu próprio negócio que me permite me realizar plenamente como mãe, esposa, filha, mulher e a empresária.

Hoje eu tenho o trabalho perfeito, que atende a todas as minhas necessidades e me deixa livre para ser quem eu quero ser, sem limitações de tempo, pois eu tenho controle total dos meus horários, de espaço, porque eu trabalho de qualquer lugar que eu queira, e a tão sonhada liberdade financeira.

Aqui no Nova Mente Digital eu tenho o compromisso de dividir com você as minhas experiências e meus aprendizados. Você vai encontrará sempre um conteúdo de qualidade, produzido com muito empenho e carinho para ajudar você a realizar seus sonhos.

No Nova Mente Digital é assim: Você no controle da sua vida!